Mochilão Peru #Dias 11 e 12 – o fim da viagem!

Dia 1 (quinta) Atravessando a Fronteira

Dia 2 (sexta) Cusco

Dia 3 (sábado) City Tour em Cusco

Dia 4 (domingo) Valle Sagrado

Dia 5 (segunda) Machu Picchu

Dia 6 (terça) Maras e Moray

Dia 7 (quarta) Arequipa

Dia 8 (quinta) Vale del Colca

Dia 9 (sexta) e 10 (sábado) Vale del Colca e Lago Titicaca

Dia 11 (domingo) Último dia no Peru

Dormimos bem no hostel em Puno. As nossas passagens já estavam na recepção de manhã (a moça da agência tinha comprado pra gente na noite anterior), pagamos e pegamos 2 táxis. Foi 4 ou 5 soles cada um até o terminal. Nosso ônibus saía às 8h, chegamos lá anda era umas 7h eu acho. Compramos água, gatorade e bolachas, e quando chegou perto da hora fomos pro ônibus. Estava lotado de mochileiros e turistas em geral, muitas senhoras.. acho que não tinha ninguém local lá. A empresa era a Tours Peru e o bus era bem confortável.

O caminho de Puno a Cusco é bem legal, a estrada ótima, na saída da cidade passamos por uns lugares bem feinhos, as casas sem reboco, todas só de tijolo, sem pintar, amontoadas (por isso Puno tem fama de feia)… e aí vamos subindo, vendo o lago Titicaca.. pegamos a estrada e o sol saiu bem forte. Adorei ficar vendo a paisagem, as casinhas perto da estrada, os pastores com os animais, quase não tinha nada plantado (era época da seca). Passamos por um rio que ia seguindo a estrada, várias vilas e cidadezinhas.

Não lembro a hora que chegamos em Cusco. Primeiro pegamos um táxi no terminal e fomos para o Pariwana, pedimos para guardar as mochilas lá, e fomos para o centro. Nos separamos e cada um foi comer ou dar as últimas voltinhas… já era de tarde, comemos no McDonalds e fomos andar. Agora era a Erika quem estava passando mal.. e eu melhorando. Fui encontrar o Chicão e a Agrael num restaurante, esperei eles terminarem de comer e fomos andar por ali. Todos comprando as últimas lembranças e gastando os soles! Eu comprei um casaco de frio e um cachecol.

Foi escurecendo, voltamos pro Pariwana, ajeitamos as coisas na mochila e pedimos um táxi na recepção. O táxi demorou, então o cara foi pra rua e parou um táxi lá pra gente. Fomos pro terminal espremidos no carrinho do senhor taxista… chegando lá, escolhemos a empresa na hora, foi a Cial, acho uns 50 soles até Puerto Maldonado. Saiu às 8:30 da noite e o ônibus era ok, fiquei no banco bem da frente e pro nosso azar duas americanas chatas ficaram falando sem parar o tempo todo, rindo, reclamando da tv, de tudo.. aff! QUE FALTA QUE ME FEZ um fone de ouvido nessa viagem! Não esqueçam de levar! Da próxima vou levar um daqueles grandões.

Só quando saímos da cidade e apagaram as luzes elas calaram a boca. E o filme na tv estava super alto. Ou seja… noite ruim, vai ser difícil dormir! Fora que, quando a gente estava pegando no sono… o ônibus para num lugar e começa um sobe e desce.. e muitas mulheres subindo pra vender pão, arroz.. anunciando sem parar… que terror! haihuaiuah Ficamos meia-hora ali no mínimo… depois continuamos a viagem, SÓ CURVAS, não dava pra ver nada da frente e dos lados, tudo escuro e muitas curvas… seja o que deus quiser e vamos tentar dormir! Depois as curvas diminuem.

Dia 12 (segunda) A volta pra casa

Chegamos a Puerto Maldonado bem cedinho. O ruim de lá é que no terminal não tem nada pra vender, nada pra comer. Fomos ao banheiro (0.50) e depois conhecemos um casal que também tinha vindo de Cusco e estavam indo para Porto Velho. Eles eram bem simpáticos e dividimos 2 táxis. Na saída do terminal ficam váris carros e tuk tuks se oferecendo. Pegamos 2 por 5 soles cada e pedimos para nos deixarem na “rua das vans” para Iñapari. Nunca descobri o nome dessa rua. Mas os taxistas sabem e isso é que importa.

Chegando na tal rua, o nosso taxista quis cobrar 8 soles. Impressionante que é só perto da fronteira que essas coisas acontecem!! Reclamamos e pagamos só os 5. Tinha uma van já com umas 3 pessoas dentro, ia sair. Combinamos por 30 ou 35 soles (não anotei) e partimos pra fronteira… foi como na ida: van velha, calor, viagem looonga, calor… com o detalhe que a van pifou no meio do caminho! Tivermos que dar nossas águas para o cara por no motor (ou sei lá onde se põe água no carro) e só andou um pouquinho, mais pra frente ele achou uma casa com um riacho, foi lá e buscou água. Ok, arrumado, seguimos e quando chegamos em Iñapari, ele encontrou um colega que tinha chegado bem na frente, e quando este perguntou porque demoramos, o safado do nosso motorista disse que “teve que parar para comprar cusqueña porque eles pediram, sabe como é, tem que agradar os turistas”… :evil: danado!! Nem falou que foi porque a van dele pifou. Realmente na saída de PM paramos num bar pra comprar cerveja mas não tinha, gastamos só 1 minuto lá. (e nessa hora entendemos a malandragem do motorista falando em espanhol rápido, ou seja, já ficamos nos achando, porque quando chegamos lá, 10 dias antes, a gente não sabia nada!)

Essa viagenzinha durou umas 4h. Em Iñapari passamos na aduana para dar saída, carimbar o passaporte… passamos por 2 salinhas, depois atravessamos a rua e trocamos os soles que sobraram com a Tuka. Ali já achamos um taxi que nos levou pra Assis Brasil, antes paramos na PF para entrar no Brasil novamente, e chegando em Assis Brasil (5 ou 10 min), encontramos só um restaurante.. chamado Barriga Cheia! Comida à vontade por 12,00 ou o kilo por 18,00. Eu pesei e meu prato deu 6,00. No Peru eu nem estava podendo ver comida que passava mal, mas no Brasil… estava feliz de poder comer comida brasileira! Tomei um super suco de cupuaçú gelado.

Fui ao banco tirar dinheiro (a 1 quadra dali) e ao mercado, tomei uma água de coco por 1,00… perguntamos sobre o ônibus e falaram que para Rio Branco ele parava ali na praça 15h, mas parava muito e chegava lá tarde. O último ônibus de lá pra Pvh era 22h e ainda tinha o risco de não ter mais vaga, por isso tivemos que ir de táxi. Negociamos um tempão (éramos em 7 agora) e conseguimos 2 táxis, sem desconto era 25 até Brasiléia e 50,00 de Brasiléia a Rio Branco. Geralmente os taxistas fazem por R$ 75,00 de Assis Brasil a Rio Branco. Mas esse que pegamos teria que dividir a viagem ao meio, mas o total seria o mesmo. Ok.. o casal foi em um táxi com 2 outros rapazes que apareceram por lá e nós 5 fomos em outro, com um rapaz bem simpático. Todo mundo foi conversando, a Érika passando mal e eu querendo dormir.

Paramos em Brasiléia e ele chamou um colega dele pra continuar a viagem porque ele não podia ir até RB. Entramos no outro carro, andamos 3 quadras e.. furou o pneu. Esperamos trocar, enquanto compramos lanches num posto de gasolina. Depois de arrumado seguimos… chegamos em Rio Branco 8 da noite. O casal estava lá e nos juntamos de novo. Banheiro, lanche, passagem comprada para as 9h (67,00). O ônibus era confortável, logo eu já dormi, mas é muito chato ter que acordar de madrugada e descer pra atravessar a balsa, ficar esperando quase 1h no frio…

OBS: nesse dia acho que eu nem tiramos fotos. Todo mundo já cansado… 

Enfiim chegamos em Porto Velho quase 6 da manhã… fomos pra casa, abracei minha mãe e minhas cachorras, tomei um banho rápido e dormi. Minha cama ::love:: como eu estava com saudade! 

Isla Taquile - Peru

Peru: um país lindo, incrível, tão perto do Brasil e tão barato. Todo mundo devia conhecer!

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2 comentários sobre “Mochilão Peru #Dias 11 e 12 – o fim da viagem!

  1. Olá, tudo bem ?
    Gostei muito do diario de bordo, foi muito bom pra esclarecer duvidas =D…
    mas ainda tenho algumas vc poderia me ajudar??
    Então, tenho que chegar a Lima-Peru, e tenho algumas duvidas em relação a aduana a cambio de moedas…
    tenho por certo em pegar um avião até Rio Branco, pois sou de Mato Grosso do Sul, e dai queria saber se tem ônibus direto a Lima? ou terei que pegar um até Brasileia que vai até Assis Brasil e aqui fazer os trâmites legais na Aduana e câmbios ?

    Desde agora agradeço! abraço. =D

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    • Ola Isabella.. voce vai pra Cusco tbm ou só Lima? Pq se for pra Cusco, o melhor seria ir de busao de Rio Branco a Cusco, e depois pegar um aviao de Cusco a Lima, não é caro, pois a viagem de ônibus é muito longa.
      Não sei te dizer sobre a linha Rio Branco – Lima porque nem fui a Lima, mas a maioria das pessoas que vejo vai de avião nesse trecho e não de bus.

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