Mochilão Peru #Dia 4 – Valle Sagrado

Dia 1 (quinta) Atravessando a Fronteira

Dia 2 (sexta) Cusco

Dia 3 (sábado) City Tour em Cusco

Dia 4 (domingo) Valle Sagrado

Dia de conhecer o famoso Vale Sagrado!

Nos encontramos na frente da agência 8:30, o passeio estava marcado para 9h. Novamente foi com a agência Qoki Inka Travel, custou 20 soles, e nada a reclamar do serviço deles! O guia hoje foi o Perci e era um bus grande em vez do micro. O caminho começa e já é tudo lindo! (eu empolgada :lol: ). Paramos da comunidade de Ccorao, tem um mercado de artesanato… eu reclamava de ter que parar nesses lugares, mas quando entrava, não queria mais sair! Ele nos deu 20 minutos, e eu não consegui passar da quarta lojinha. Mas comprei só uma meia/polaina grossa (s. 10). As camisetas ali eram mais baratas que em Cusco também.

Pegamos a estrada e paramos no Mirador Taray, que tem vista para um povoado embaixo, um rio e ao fundo montanhas nevadas! ::love:: Essas montanhas ‘nos acompanharam’ durante vários dias e eu morrendo de vontade de chegar perto delas… Tiramos algumas fotos ali e seguimos para as ruínas de Pisac. É enorme e lindo! O sol estava bem forte, comprei um chapéu (s. 10). O guia deu 1h ou 1h30 (não lembro direito), só sei que esse tempo acabou super rápido, não deu pra andar nem um terço do lugar. Eu poderia passar o dia inteiro ali! Começou minha paixão pelo Vale Sagrado e seus caminhos ::love:: um dia vou voltar lá pra andar à pé por aquelas estradinhas, parar em cada povoado, dormir ou ficar uns 2 dias… Mas como na primeira vez não conhecemos nada, vamos de tour mesmo! Bora pro ônibus!

Dali paramos em uma loja, o cara explicou como fazem uns pingentes de prata e conchas coloridas que vimos aos montes gente vendendo nas ruas, mas ficamos pouco tempo lá (ainda bem) e fomos para Ollantaytambo, mas no caminho paramos em Urubamba para almoçar. E o rio lindo já está cortando o Vale e a paisagem vai mudando de marrom para verde… Lindo! Paramos no restaurante Yllari (Ou Illary), o buffet era 25 soles e a comida estava boa. Comi macarrão, um pouquinho de arroz, salada e um frango com molho de abacaxi, também tinha sopa, e dividimos uma cola-cola de 1 litro. A sobremesa era incluída também, tinha 4 tipos mas não eram muito gostosas não.

Pouco tempo depois chegamos em Ollantaytambo, um amor de cidadezinha! A rua principal de acesso é bem estreita, de pedra, com as casinhas já com a porta na rua, e na soleira das portas passa um canal de água. Na chegada já tive uma impressão legal da cidade. Descemos do ônibus e na frente do parque arqueológico tem uma feira de artesanato (claro). Mas entramos direto, subimos quase a metade e o guia começou a explicação. Numa das montanhas ele mostrou um rosto, mas eu não consegui ver :| hahaha, mas tudo bem, sou míope, enxergar o rosto já seria demais. Depois subimos mais um pouco, os picos nevados apareciam ao longe, mas agora um pouco mais perto. Tiramos mais fotos, depois demos a volta e descemos por outro lado. Saímos de lá e na feirinha comprei uma bolsinha pequena só pra carregar passaporte, celular e câmera. Ficamos olhando as coisas, e quando saímos, cadê o ônibus? ::putz:: Eu, Jaque e Érika, andamos, procuramos e nada.

Achei que ele provavelmente estaria estacionado em outro lugar, porque ali na frente era pequeno e não cabia os ônibus que toda hora chegavam. Atravessamos a ponte, subimos até a praça, e nada. O Chicão e a Agrael estavam juntos com o grupo, e eles não iriam embora sem a gente. Aliás, nem iam embora de jeito nenhum, porque iríamos ficar ali mesmo e pegar o trem. Fiquei parada perto da pequena ponte, de onde poderia ver se eles passassem, e as meninas foram procurar. 10 minutos depois, achamos \o/ Pegamos a mochila e o povo queria comer. Eu não queria, então eles sentaram num restaurante e eu fui andar. Gostei ainda mais da cidade! Suas ruazinhas estreitas e retas, os cachorros, os senhores e senhoras voltando pra casa no fim de tarde.

Nesse volta passei em frente a um local que alugava bikes (Ollantaytambo Bike malkubenavides@yahoo.com.pe), o cara saiu e me chamou.. entrei lá e ele me explicou os passeios que faz. Me mostrou um mapa enorme da região. Descobri que Ollantaytambo tem muito mais ruínas do que apenas aquela que eu tinha acabado de visitar!! E várias não cobram entrada. Um dos passeios que ele faz, você sobe de carro até Patakancha (4.010 m), fica lá em cima nos montes nevados e desce de bike, passando por algumas ruínas. EU QUEROOOO!! Em grupo ficava 70 soles, e sozinha ficaria 90… claro que ninguém no meu grupo ia querer. E se eu soubesse que Ollanta era tão legal, teria reservado 3 dias pra lá. Fica pra próxima…

Fui numa lan house pra conferir se a reserva com o hostel em Aguas Calientes estava ok. Enviei pra eles o horário do trem e eles iam nos pegar na estação. A internet foi s. 0,50 por 15 min. Voltei pro restaurante e o povo ainda estava comendo. Quando terminaram, passamos numa vendinha para comprar água, gatorade e bolachas. E aí fomos seguindo pela rua que leva à estação, o caminho nem é longo, dá pra ir a pé tranquilo. E aí pensei: eu queria poder ficar mais aqui! Comentei com o povo e a Agrael concordou, Ollantaytambo parecia tão aconchegante e fofa que a gente queria conhecer mais.

Chegamos à estação e pegamos o trem Peru Rail das 18h. Não achei uma viagem confortável não… Chegando lá, muito frio, estava de noite, e o cara do Supertramp Hostel estava esperando. Seguimos ele por uma subida (umas 3 quadras) e chegamos. O quarto era de 10 camas (30 soles) e já tinha uns rapazes lá. Deixamos as mochilas e fomos jantar. Escolhemos a rua mais movimentada e fomos… mas nem deu pra escolher o restaurante, porque logo no primeiro, o garçom estava com uma camisa do Brasil, aí começaram a conversar e já entraram… eu estava fugindo de ficar sentada 1 ou 2h “perdendo tempo” enquanto poderia estar conhecendo a cidade, então saí de novo pra andar sozinha.

Aguas Calientes, ou Machu Picchu Pueblo, é parecida com Ollantaytambo, só que mais comercial, cheia de restaurantes e farmácias. Bem charmosa, e ao que parece o povo dorme cedo lá. Umas 9 e pouco já não tinha tanto movimento nas ruazinhas. Falei com um peruano garçom de um dos restaurantes, que puxou conversa, viu que eu era do Brasil e já foi falando que adora o Rio de Janeiro, até me mostrou fotos dele lá, e em outras cidades quando ele trabalhou num cruzeiro, isso em 3 min de conversa! huahuhaha Voltei pro restaurante e já tinha chegado a comida, comi um pouco da trucha e pedi um pisco sour pra experimentar, adorei! Depois pagamos e voltamos pro hostel.

Sobre o Supertramp Hostel: o clima é bem legal, tem um bar no terraço, mas tava todo mundo jogado na salinha vendo tv, na internet ou dormindo. Fomos tomar banho – os banheiros estavam molhados e não tem lugar pra você se trocar sem todo mundo ver, tem que ser dentro do box, que é meio escuro e molhado. Os prós: localização ótima, bem pertinho da estação, também não é longe do bus pra Machu Picchu, te busca na estação gratuitamente, serve café a partir das 4:40 da manhã.

Fomos dormir, porque no outro dia tínhamos que acordar bem cedo PRA IR A MACHU PICCHU!

Anúncios

6 comentários sobre “Mochilão Peru #Dia 4 – Valle Sagrado

  1. Pingback: Mochilão Peru #Dia 5 – Machu Picchu | Um Tempo Fora

  2. Pingback: Mochilão Peru #Dia 6 – Maras e Moray | Um Tempo Fora

  3. Pingback: Mochilão Peru #Dia 7 – Arequipa, city tour e museu | Um Tempo Fora

  4. Pingback: Mochilão Peru #Dia 8 – Vale del Colca | Um Tempo Fora

  5. Pingback: Mochilão Peru #Dia 9 e #Dia 10 – Vale del Colca e Lago Titicaca | Um Tempo Fora

  6. Pingback: Mochilão Peru #Dias 11 e 12 – o fim da viagem! | Um Tempo Fora

Comente!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s